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Consequências de fraturas nos pés
Fraturas incompletas, popularmente chamadas de fissura, não afetam o osso na sua totalidade. A maioria das fraturas deste tipo é tratada de maneira conservadora, ou seja, não cirúrgica. O pé é imobilizado e o osso se regenera naturalmente, com consolidação completa em até dois meses. Após o período de imobilização, é feito um trabalho fisioterápico para não haver perda da mobilidade do tornozelo e reforçar a musculatura da panturrilha, com uso de muletas para controle da descarga de peso sobre o pé.
Em alguns casos, os médicos ortopedistas optam pela cirurgia, com colocação de um pino metálico associado a um enxerto ósseo na altura da lesão.
Fraturas nos ossos dos pés precisam de atenção imediata. Elas podem acontecer por traumas (acidentes, pancadas em objetos ou queda de objetos pesados sobre o pé), torção do pé, excesso de movimentos repetitivos e sobrecarga. Apresentam como sintomas inchaço intenso do dorso do pé, hematomas, dor, dificuldade para andar ou até impossibilidade de apoiar o pé no chão.
Quando não diagnosticadas ou tratadas da maneira correta, fraturas nos pés podem causar sequelas que provocam incapacidade na realização normal dos movimentos.
